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As últimas fotos da AFP
Tio Sam sinistro
03/20 | 20:59 GMT

©AFP/Getty Images / Brendan Hoffman
Manifestantes pedem pelo fim da guerra no Iraque e Afeganistão durante protesto em Washington, EUA. Os Estados Unidos invadiram o Iraque pela primeira vez há sete anos.
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Uma grande variedade de temas
Obama defende no Capitólio sua reforma da saúde
03/20 | 23:17 GMT

©AFP/Getty Images / Joshua Roberts
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi pessoalmente neste sábado ao Congresso para pedir apoio a sua reforma do sistema de saúde, e admitiu que é um "voto difícil" para os representantes.

©AFP/Getty Images / Joshua Roberts
Presidente americano Barack Obama
WASHINGTON (AFP) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi pessoalmente neste sábado ao Congresso para pedir apoio a sua reforma do sistema de saúde, e admitiu que é um "voto difícil" para os representantes.
Ao discursar no Capitólio, Obama reconheceu que o projeto - sua principal promessa de campanha - exige "um voto difícil", em referência ao custo de 940 bilhões de dólares em um prazo de 10 anos.
"Se vocês acreditam de alma e consciência que não vamos melhorar a situação atual (...) então votem não (...), mas se estão de acordo sobre o fato de que o sistema não atende mais as famílias modestas, se vocês conheceram as mesmas histórias que eu por todo o país, me ajudem a consertar este sistema".
"Não façam isto por mim, não o façam pelo Partido Democrata, façam pelo povo americano".
Obama reafirmou que o novo sistema ampliará a cobertura de saúde no país, e assinalou que seu projeto é, antes de mais nada, uma reforma da assistência médica, "a mais dura da história".
Ela fará com que os seguros privados tenham eficiência, inclusive com as famílias mais modestas, garantiu o presidente.
"Tudo está em suas mãos, chegou o momento de aprovar a reforma da saúde para a América, e confio que farão isto amanhã.
Obama precisa de 216 votos dos democratas para aprovar esta reforma histórica, que permitirá proporcionar assistência médica a pelo menos 31 milhões de americanos que não possuem planos de saúde.
Neste sábado, o líder da maioria democrata na Câmara de Representantes, Steny Hoyer, afirmou que os democratas contam finalmente com os votos necessários para a adoção da reforma do sistema de saúde.
"Estamos convencidos de que temos o número de votos necessário", disse Hoyer à imprensa.
A iniciativa foi aprovada no Senado no dia 24 de dezembro e, desde então, passou por modificações. Se a Câmara de Representantes aprová-la domingo, Obama se apressará a promulgá-la. Caberá, então, ao Senado validar as "emendas" desejadas pela Câmara.

Mundo
Obama defende no Capitólio sua reforma da ...Venezuela corta luz de quem não reduziu consumo
03/20 | 19:10 GMT

©AFP / Miguel Gutierrez
O governo do presidente venezuelano, Hugo Chávez, suspenderá a partir da próxima segunda-feira, por 24 horas, o fornecimento de energia para 96 empresas e lojas que não reduziram seu consumo elétrico em 20%, como estabelecia um decreto firmado em fevereiro passado.

©AFP / Miguel Gutierrez
Loja vazia, fechada por ordem do governo graças a seu alto consumo elétrico, em Caracas, Venezuela
CARACAS (AFP) - O governo do presidente venezuelano, Hugo Chávez, suspenderá a partir da próxima segunda-feira, por 24 horas, o fornecimento de energia para 96 empresas e lojas que não reduziram seu consumo elétrico em 20%, como estabelecia um decreto firmado em fevereiro passado.
Segundo o vice-presidente venezuelano, Elías Jaua, "96 altos consumidores" sofrerão a medida, por "não responderem favoravelmente à consulta" sobre os motivos da manutenção de seu nível de consumo.
"Se mantiverem o consumo elevado, sofrerão um corte maior", de 48 horas, no próximo mês, e quem persistir terá o fornecimento elétrico suspenso por tempo indefinido, até que "termine a emergência elétrica", possivelmente em maio.
Além das medidas de redução impostas aos "altos consumidores" industriais, o governo determinou uma queda de 10% no consumo doméstico de eletricidade, prevendo multas para os pequenos usuários que não cumprirem com a meta.
A Venezuela, um dos grandes produtores de petróleo do planeta, enfrenta uma severa crise elétrica, atribuída pelo governo à falta de chuvas e ao elevado consumo elétrico, mas segundo vários especialistas, o problema é resultado da falta de investimentos e da incompetência das autoridades.

América Latina
Venezuela corta luz de quem não reduziu ...Brasil ganha prata e bronze nos 400m do Sul-Americano
03/21 | 01:01 GMT

©AFP / Raul Arboleda
O brasileiro Hederson Estefani, com o tempo de 46.85, e seu compatriota Helder Alves, 47.70, conquistaram neste sábado as medalhas de prata e bronze da prova dos 400 metros do torneio de atletismo dos Jogos Sul-Americanos de Medellin.A

©AFP / Raul Arboleda
Venezuelano Omar Longart (C) ganha a medalha de ouro nos 400m em Medellín
MEDELLÍN, Colômbia (AFP) - O brasileiro Hederson Estefani, com o tempo de 46.85, e seu compatriota Helder Alves, 47.70, conquistaram neste sábado as medalhas de prata e bronze da prova dos 400 metros do torneio de atletismo dos Jogos Sul-Americanos de Medellin.
A prova foi vencida pelo venezuelano Omar Longart, com 46.09 segundos.
Resultado:
- 400 metros masculino -
Omar Largat (Venezuela) 46.09 - ouro
Hederson Estefani (Brasil) 46.85 - prata
Helder Alves (Brasil) 47.70 - bronze.



