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Bill Clinton teme nova onda de mortes no Haiti
03/10 | 19:08 GMT

©AFP/Getty Images / Chip Somodevilla
O ex-presidente americano Bill Clinton declarou nesta quarta-feira temer uma nova onda de mortes no Haiti, causadas pelas más condições sanitárias deixadas pelo terremoto que assolou o país em janeiro.

©AFP/Getty Images / Chip Somodevilla
Bill Gates, dono da Microsoft, e o ex-presidente americano Bill Clinton
WASHINGTON (AFP) - O ex-presidente americano Bill Clinton declarou nesta quarta-feira temer uma nova onda de mortes no Haiti, causadas pelas más condições sanitárias deixadas pelo terremoto que assolou o país em janeiro.
"Minha principal preocupação no Haiti hoje é que as condições sanitárias levem a uma segunda onda de mortes durante a estação das chuvas", declarou Clinton, enviado especial da ONU para o Haiti, em uma audiência da comissão do Senado de Relações Exteriores.
Bill Clinton, que trabalha junto ao também ex-presidente americano George W. Bush para coordenar a arrecadação de fundos para o Haiti, compareceu como presidente de sua fundação, Willian J. Clinton.
"Quero ter a possibilidade de voltar ao Haiti como turista", disse Clinton, que viajou para o país em lua-de-mel em 1975, após se casar com a atual secretária de Estado, Hillary Clinton.
O fundador da Microsoft, Bill Gates, que encabeça uma fundação envolvida em assuntos de saúde, também esteve presente à audiência.
O terremoto de 12 de janeiro, no qual morreram mais de 220 mil pessoas, destruiu Porto Príncipe e deixou cerca de um milhão de desabrigados.
Organizações de ajuda internacional expressaram sua preocupação a respeito do amontoamento de barracas instaladas na capital e as consequências sanitárias que isso poderia acarretar, sobretudo quando a temporada de chuvas for iniciada.
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Árabes condicionam conversas de paz ao congelamento da colonização israelense
03/11 | 00:54 GMT

©AFP / Khaled Desouki
O chefe da Liga Árabe, Amr Mussa, disse a jornalistas que o presidente palestino, Mahmud Abbas, lhe revelou que não participará de negociações nas circunstâncias atuais.

©AFP / Khaled Desouki
Chefe da Liga Árabe, Amr Mussa
CAIRO (AFP) - A Liga Árabe declarou, nesta quarta-feira, que as negociações de paz israelenses-palestinas só devem ocorrer se forem suspensos os planos de Israel de construir 1.600 casas para colonos na Jerusalém oriental anexada.
O chefe da Liga Árabe, Amr Mussa, disse a jornalistas que o presidente palestino, Mahmud Abbas, lhe revelou que não participará de negociações nas circunstâncias atuais.
"As medidas israelenses precisam ser contidas antes de qualquer discussão sobre a retomada das negociações, (sejam elas) diretas ou indiretas" entre Israel e os palestinos, acrescentou a Liga Árabe em um comunicado, publicado depois da reunião de emergência de embaixadores dos 13 Estados-membros da Liga Árabe.
"Se as medidas tomadas pelos israelenses para a construção de centenas de assentamentos nos territórios palestinos ocupados, inclusive Jerusalém oriental, não forem suspensas imediatamente, as negociações propostas serão inúteis", destacou o documento.
"Nossa posição é clara: não pode haver conversações, diretas ou indiretas, se as recentes decisões israelenses não forem canceladas", disse Mussa aos jornalistas, referindo-se ao anúncio feito pelo Ministério do Interior, na terça-feira, sobre o a construção de 1.600 novas casas em Ramat Shlomo, um assentamento judeu no setor de maioria árabe de Jerusalém.
Se a situação não tiver mudado nos próximos dois ou três dias, acrescentou, outra reunião do Comitê da Liga Árabe será convocada para discutir as negociações de paz.
A luz verde de Israel aos assentamentos coincidiu com a visita do vice-presidente americano, Joe Biden, a Israel.
Biden, que conseguiu apenas uma retomada indireta das conversações entre as duas partes, já havia denunciado a manobra israelense, alertando que o avanço dos assentamentos poria em risco a realização de novas conversações.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, também condenou a atitude israelense em um comunicado publicado na terça-feira, alertando que as colônias são ilegais segundo a legislação internacional.
Os palestinos, que concordaram em celebrar conversas indiretas com Israel depois de 14 meses de paralisação, considera o setor leste de Jerusalém a capital de seu futuro Estado e por este motivo excluíram a possibilidade de qualquer negociação direta sem que Israel interrompa a expansão das colônias.
Israel, por sua vez, considera Jerusalém sua capital eterna e indivisível. O Estado hebreu ocupou a parte orientam da cidade santa na guerra de 1967 e depois a anexou, uma manobra não reconhecida pela comunidade internacional.

Mundo
Árabes condicionam conversas de paz ao congelamento da colonização ...Bill Clinton e Gates defendem aprovação de projeto para a saúde no mundo
03/10 | 23:02 GMT

©AFP/Getty Images / Chip Somodevilla
O ex-presidente americano, Bill Clinton, e o fundador da Microsoft, Bill Gates, participaram nesta quarta-feira de uma audiência numa Comissão do Senado dos Estados Unidos para pedir a aprovação da Iniciativa Mundial para a Saúde (GHI, na sigla em inglês) - uma ação de apoio mundial ao setor.

©AFP/Getty Images / Chip Somodevilla
Bill Clinton e Gates defendem aprovação de projeto para a saúde no mundol
WASHINGTON (AFP) - O ex-presidente americano, Bill Clinton, e o fundador da Microsoft, Bill Gates, participaram nesta quarta-feira de uma audiência numa Comissão do Senado dos Estados Unidos para pedir a aprovação da Iniciativa Mundial para a Saúde (GHI, na sigla em inglês) - uma ação de apoio mundial ao setor.
Os dois homens falaram em nome de suas respectivas organizações, a Fundação William J. Clinton e a Fundação Bill e Melinda Gates.
O projeto GHI, lançado no Fórum de Davos em 2002, tem como objetivo combater doenças como a Aids, a tuberculose, a malária e enfermidades causadas pela subnutrição.
Se aprovado pelo Congresso, os Estados Unidos financiariam o projeto com até 63 bilhões de dólares em seis anos.
"Apoio firmemente a Iniciativa para a Saúde Mundial", disse o ex-presidente dos Estados Unidos. "Acredito que o projeto esteja bem delineado. Concentra-se no desenvolvimento de sistemas (de saúde)" nos países mais pobres, afirmou na Comissão de Assuntos Exteriores do Senado.
Clinton disse que o GHI representa um passo seguinte ao PEPFAR, um programa de emergência de luta contra a Aids, iniciado em 2003.
O ex-presidente fez ainda uma homenagem ao trabalho da Fundação Gates, que contribuiu para a diminuição dos preços dos medicamentos, entre eles os que ajudam a combater a malária, reduzindo-os de entre 8 e 9 dólares para cerca de 50-60 centavos a dose.

Ciência e Tecnologia
Bill Clinton e Gates defendem aprovação de projeto para a saúde no ...Petróleo fecha quarta-feira em alta em Londres e Nova York
03/10 | 22:19 GMT

©afp.com
Os preços do petróleo fecharam em alta nesta quarta-feira em Londres e Nova York, após a publicação do informe sobre os estoques nos Estados Unidos, o que provocou oscilações durante a sessão.

©afp.com
Petróleo fecha quarta-feira em alta em Londres e Nova York
NOVA YORK (AFP) - Os preços do petróleo fecharam em alta nesta quarta-feira em Londres e Nova York, após a publicação do informe sobre os estoques nos Estados Unidos, o que provocou oscilações durante a sessão.
No New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril de West Texas Intermediate (designação do "light sweet crude" negociado nos EUA) para entrega em abril fechou a 82,09 dólares, em alta de 60 centavos com relação à terça-feira.
No InterContinentalExchange de Londres, o barril do Brent do Mar do Norte com o mesmo vencimento ganhou 58 centavos, fechando a 80,48 dólares.
A reação do mercado ao relatório semanal sobre reservas de petróleo nos EUA "não foi uniforme", constatou Antoine Halff, da Newedge Group. Entre altos e baixos, os preços do barril de WTI alcançaram os 83,03 dólares.
"O consumo parece se recuperar um pouco, mas os números não são extraordinários", constatou Antoine Halff.
As importações de cru diminuíram, mas o ritmo de atividade das refinarias desacelerou, provocando uma alta dos estoques de petróleo de 1,4 milhões de barris na última semana.
De qualquer forma, foram 300 mil barris abaixo do estimado pelos analistas da Dow Jones Newswires.
O panorama não foi melhor com os produtos petrolíferos, afirmou Nic Brown, da Natixis.
Os estoques de destilados (díesel e combustível para calefação) caíram em 2,2 milhões de barris (mb) a 149,6 mb. Os analistas antecipavam uma alta mais limitada, de 700 mil barris. Os estoques de gasolina também caíram em 2,9 mb, a 229,0 mb, contra o esperado pelos analistas, que previam um aumento de 100 mil barris.
Já os estoques em Cushing, principal empresa de petróleo nos EUA, em Oklahoma, aumentaram, "como na semana passada, um aumento de acordo com a tendência da estação", observou Antoine Halff.
De qualquer forma, os números não são tão surpreendentes quanto o aumento que a API, associação de industriais americanos do setor, havia anunciado. Os 6,5 milhões de barris adicionais de petróleo colocaram o mercado na defensiva nesta quarta-feira antes da abertura.



