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Uma grande difusão
Síria: número de mortos em Homs passa de cem, segundo opositores
02/04 | 00:49 GMT

©AFP/Arquivo / Joseph Eid
O número de mortos causados pelos disparos de morteiro no bairro de Al-Khalidiya, em Homs, no centro da Síria, subiu para 105, e há várias centenas de feridos, afirmou na noite desta sexta-feira para sábado o opositor Observatório Sírio de Direitos Humanso (OSDH, com sede no Reino Unido).

©AFP/Arquivo / Joseph Eid
Homens correm em uma rua, após disparos de artilharia na cidade de Homs, 162 km ao norte de Damasco
NICÓSIA (AFP) - O número de mortos causados pelos disparos de morteiro no bairro de Al-Khalidiya, em Homs, no centro da Síria, subiu para 105, e há várias centenas de feridos, afirmou na noite desta sexta-feira para sábado o opositor Observatório Sírio de Direitos Humanso (OSDH, com sede no Reino Unido).
Anteriormente, o OSDH tinha apontado 47 mortos.
"É um verdadeiro massacre", disse o diretor da OSDH, Rami Abderrahman, que pediu "a intervenção imediata" da Liga Árabe.
Além disso, sempre segundo o OSDH, dois civis morreram na noite de sexta-feira em Rastan, na periferia de Damasco, e oito desertores morreram em diversos pontos da Síria.
As imagens dos canais de televisão árabes Al-Arabiya e Al-Jazira mostravam dezenas de corpos.
Nesta sexta-feira, milhares de sírios protestaram em todo o país, particularmente em Damasco, lembrando o 30º aniversário do massacre de Hama (centro), onde forças do regime de Bashar al Assad dispararam para dispersar manifestantes.
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Alguns exemplos de assuntos
Queda do desemprego leva Wall Street a níveis de antes da crise
02/03 | 23:06 GMT

©AFP/Arquivo / Spencer Platt
A Bolsa de Nova York fechou em alta nesta sexta-feira, em um mercado impulsionado por uma redução do desemprego nos Estados Unidos maior que o previsto, o que permite esperar uma reativação durável da atividade econômica: o Dow Jones subiu 1,23% e o Nasdaq subiu 1,61%.

©AFP/Arquivo / Spencer Platt
Corretores trabalham na bolsa de valores de Nova York
NOVA YORK (AFP) - A Bolsa de Nova York fechou em alta nesta sexta-feira, em um mercado impulsionado por uma redução do desemprego nos Estados Unidos maior que o previsto, o que permite esperar uma reativação durável da atividade econômica: o Dow Jones subiu 1,23% e o Nasdaq subiu 1,61%.
Segundo dados definitivos de fechamento, o Dow Jones Industrial Average subiu 156,52 pontos a 12.861,93, um recorde desde maio de 2008 e o Nasdaq, dominado pelo setor tecnológico, subiu em 45,98 pontos, a 2.905,66. Trata-se do mais alto nível de fechamento do índice desde o fim de 2000 e a explosão da bolha da internet.
O índice ampliado Standard & Poor's 500 subiu 1,46% (19,34 pontos), a 1.344,88 pontos.
Os principais índices de Wall Street começaram o dia em alta, em reação à publicação de cifras oficiais de desemprego positivas sobre o vigor da reativação da maior economia mundial.
"São cifras muito melhores do que se esperava", comentou Michael James, chefe de corretores da Wedbush Morgan Securities.
"É a confirmação de que a economia vai bem e é (...) uma boa surpresa", comentou por sua vez Evariste Lefeuvre, da Natixis.
"Não é apenas uma boa notícia, é uma notícia surpreendentemente boa", concordou Hugh Johnson, da Hugh Jonhson Advisors. "Não apenas a criação de empregos melhorou, mas a taxa de desemprego também caiu".
A taxa de desemprego caiu para 8,3% em janeiro, seu nível mais baixo em três anos, graças a uma aceleração inesperada das contratações (243.000 empregos).
"O que a economia precisa, é uma alta constante do emprego, em torno de 250.000 postos mensais. E é a primeira vez que vemos isso em três anos", explicou James.
O mercado de títulos fechou em queda. O rendimento dos papéis do Tesouro de 10 anos subiram para 1,949% contra 1,825% na noite de quinta-feira, e os títulos de 30 anos a 3,151% contra 3,011%. O rendimento dos títulos evolui no sentido oposto a seus preços.

Economia
Queda do desemprego leva Wall Street a níveis de antes da ...Inundações no leste da Austrália isolam milhares de pessoas
02/03 | 17:17 GMT
©AFP
SYDNEY (AFP) - Milhares de australianos se encontravam presos em suas casas nesta sexta-feira, no leste do país, por causa das inundações que deixaram várias comunidades acessíveis apenas através de helicóptero.
Aproximadamente 7.200 pessoas estão isoladas no estado de Nova Gales do Sul (sudeste) e em Queensland (nordeste), disseram autoridades.
"Visto do céu, parecem ilhas", declarou o primeiro-ministro de Nova Gales do Sul, Barry O'Farrell, após sobrevoar a região.
Em Moree, uma cidade de 8 mil habitantes que é cortada pelo rio Mehi, foi dado o alerta de evacuação, informou o serviço de emergência.
"A cidade de Moree está inundada. O norte de Moree está inacessível e muitas casas então inundadas", acrescentou o primeiro-ministro. "Quando sobrevoamos o centro, vemos que algumas ruas parecem canais. Elas estariam mais bem colocadas em Veneza do que no norte da Nova Gales do Sul".
O serviço de emergência do estado resgatou várias pessoas de helicóptero. "É uma operação logística enorme com essas inundações", disse Steve Pearson, um dos responsáveis pela emergência.
"Nós tivemos que usar muitos, todos os nossos helicópteros, para retirar as pessoas. Felizmente, a maioria das pessoas obedeceu à ordem de evacuação", acrescentou à emissora de televisão Seven Network.
Queensland e o norte da Nova Gales do Sul sofreram há um ano inundações históriacas, que mataram cerca de 30 pessoas e deixaram bilhões de dólares em danos.
Estas inundações, que devastaram uma área do tamanho da França e da Alemanha juntas, foram causadas pelo fenômeno climático La Niña.
Ciência e Tecnologia
Inundações no leste da Austrália isolam milhares de ...Jubileu de Diamante de Elizabeth II: cinco meses de celebrações
02/03 | 22:15 GMT

©AFP/Arquivo / Ben Stansall
Cinco meses de celebrações pelos 60 anos de reinado: o Reino Unido comemora de fevereiro a junho o Jubileu de Diamante da Rainha Elizabeth II, com a suntuosidade habitual dos Windsor num momento em que, inclusive, a interessada defende uma homenagem modesta nestes tempos de austeridade.

©AFP/Arquivo / Ben Stansall
A soberana tem a intenção de economizar os 'gastos extravagantes', para poupar o contribuinte
LONDRES (AFP) - Cinco meses de celebrações por seus 60 anos de reinado: a Grã-Bretanha comemora de fevereiro a junho o Jubileu de Diamante da Rainha Elizabeth II com a suntuosidade habitual dos Windsor, no momento em que a homenageada defende um festejo modesto, em tempos de austeridade.
Os conselheiros do palácio de Buckingham são formais. A soberana tem a intenção de economizar os "gastos extravagantes" para poupar o contribuinte. O primeiro-ministro David Cameron relativiza uma fatura que será "9 mil vezes menor que a dos Jogos Olímpicos de Londres" de julho-agosto.
Já Camila, a esposa do príncipe Charles, destaca os gostos simples de sua sogra quando sugere uma receita para imortalizar o evento. Como o "coronation chicken" (frango da coroação), inventado em 1953.
A rainha continuará com suas atividades normais no dia 6 de fevereiro, data que marca o 60º aniversário da morte de seu pai Jorge VI e sua ascensão ao trono, regularizada com uma coração mais de um ano depois.

©AFP/Arquivo / Andrew Yates
A rainha e o príncipe William, segundo na linha de sucessão do trono
Aos 85 anos, Sua Majestade começará a semana visitando o povoado medieval de King's Lynn e uma escola do condado de Norfolk. "Tantas coisas que já não deveria fazer na sua idade", comentou o príncipe Harry para ressaltar o sentido de dever de sua avó, que superou o complicado século XX e começou em aparente boa forma o XXI.
No entanto, o programa de festejos irá aumentar, marcado por cerimônias, exposições, cavalgadas em honra de uma monarca no auge de sua popularidade. Inclusive os 20% de republicanos convictos que criticam uma instituição "dispendiosa e antidemocrática" não atacam diretamente sua pessoa.
O casamento do príncipe William, o neto que ocupa o segundo lugar na linha de sucessão, com Kate, virou em abril uma nova página da história depois de duas décadas vergonhosas, marcadas pelas extravagâncias supermidiatizadas dos filhos da rainha.
Os momentos-chave de seu reinado serão repassados pela própria soberana em um discurso solene diante do Parlamento em 20 de março e em um espetáculo equestre no castelo de Windsor em meados de maio. Nesta reconstituição histórica participarão cerca de 500 cavalos - marwaris de Khaipur, puros sangue de Omã, mustangs americanos - e 900 figurantes, incluindo maoris, esquimós, guerreiros zulus e cossacos.

©AFP/Arquivo / Geoff Caddick
(Abr/2011) A rainha é saudada por seus súditos no caminho para o casamento de William e Kate
Uma celebração do passado? O ambiente real considerou "de muito mau gosto" os comentários de que a visita que a rainha realizou em outubro às terras australianas do outro lado do mundo poderia ser a última.
Desde então, o príncipe Phillip, de 90 anos, sofreu um pequeno acidente coronário. Espera poder participar no "giro do Jubileu" que sua esposa iniciará no início de março, mas os deslocamentos se limitariam às fronteiras do Reino Unido. Elizabeth II enviará outros membros da família real como emissários às ex-colônias e ao resto do mundo.
Os principais festejos foram adiados - com a esperança de que o sol brilhe - para o fim de semana festivo de 2 a 5 de junho.
O programa inclui o derby de Epsom, a única corrida tradicional que os cavalos da rainha nunca ganharam, no sábado, dia 2.

©AFP / -
(2 jun 1953) A coroada Elizabeth II posa ao lado do príncipe Philip
No domingo haverá um "Grande Almoço" que mobilizará milhões de súditos nos parques, pubs e ruas do reino, e uma procissão fluvial pelo Tâmisa de mil embarcações seguindo a barcaça real, apresentada como um espetáculo inédito em séculos.
Na segunda-feira, 2012 faróis se acenderão em todo o mundo.
A festa terminará na terça-feira com uma missa de ação de graças na catedral de St. Paul, um percurso em carruagem e uma apresentação no balcão do Palácio de Buckingham.
Em meio à multidão que se reuniu em 1897 para o Jubileu de Diamante de sua tataravó Victoria, um cartaz dizia "É a rainha das rainhas".
"Mas hoje, quando se fala da 'Rainha', todos pensam em Elizabeth II. É, de alguma maneira, a rainha do mundo, e não apenas do Reino Unido", declarou à AFP Robert Jobson, um de seus biógrafos.



