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Interpol alerta para atentados no mundo se o Alcorão for queimado
09/09 | 16:43 GMT

©AFP / Rajesh Jantilal
A organização internacional de cooperação policial Interpol lançou nesta quinta-feira um alerta global a seus 188 países membros advertindo que existe uma grande possibilidade de atentados se forem concretizados os planos do grupo integrista cristão americano de queimar no sábado exemplares do Alcorão. O alerta foi feito pelo secretário-geral da Interpol, Ronald Noble.

©AFP / Rajesh Jantilal
Ronald Noble
PARIS (AFP) - A organização internacional de cooperação policial Interpol lançou nesta quinta-feira um alerta global a seus 188 países membros advertindo que existe uma grande possibilidade de atentados se forem concretizados os planos do grupo integrista cristão americano de queimar no sábado exemplares do Alcorão.
O secretário-geral da Interpol, Ronald Noble, disse que advertiu aos Estados membros que "se o propósito de queimar o Alcorão (...) for realizado como está planejado, há fortes probabilidades de que ocorram depois ataques violentos contra gente inocente".
"Apesar de na atualidade não haver detalhes específicos sobre que tipo de atentados terroristas ocorrerão, o que está claro é que se o Alcorão for queimado, como está planejado, haverá consequências trágicas", afirmou Noble em uma declaração.
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Petróleo aproxima-se dos US$ 76, mas cai em NY e Londres
09/09 | 20:27 GMT

©afp.com
Os preços do petróleo fecharam em baixa em Londres e Nova York, onde se aproximou dos 76 dólares, apesar de uma queda inesperada dos estoques nos Estados Unidos.

©afp.com
(Arquivo) Plataforma de petróleo no Golfo do México
NOVA YORK (AFP) - Os preços do petróleo fecharam em baixa em Londres e Nova York, onde se aproximou dos 76 dólares, apesar de uma queda inesperada dos estoques nos Estados Unidos.
No New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril de West Texas Intermediate (designação de "light sweet crude" negociado nos EUA) para entrega em outubro fechou em 74,25 dólares, em baixa de 42 centavos em relação a quarta-feira.
No IntercontinentalExchange de Londres, o barril de Brent do Mar do Norte com igual vencimento perdeu 70 centavos, para 77,47 dólares.
"É um caso clássico de um mercado que não consegue sustentar seu avanço", explicou Tom Bentz, do BNP Paribas.
A princípio, o mercado foi impulsionado pela publicação - depois do fechamento de quarta-feira - das cifras dos industriais americanos do petróleo (API), reportando uma queda dos estoques de petróleo de 7,3 milhões de barris na semana passada.
A forte queda das solicitações de seguro-desemprego nos Estados Unidos na semana passada confirmou a alta do mercado, com 451.000 inscrições, contra 470.000 previstos.
Mas a alta do mercado esgotou-se na medida em que a sessão avançou.
"Os dados do Departamento de Energia revelaram-se claramente menos positivos para os preços que os da API", observou Tom Bentz.
Segundo essas cifras, os estoques de petróleo reduziram-se em 1,9 milhão de barris na semana passada, quando estas reservas ficaram em seu nível mais alto em ao menos 20 anos, mantendo os preços sob pressão nos Estados Unidos.
A cifra foi mais positiva que o 1 milhão de barris adicionais esperado pelos analistas consultados pela agência Dow Jones, mas abaixo do relatório da API.
A queda das reservas de gasolina (-200.000 barris) na última semana de férias de verão esteve longe da queda de 800.000 barris prevista, e a surpreendente baixa dos estoques de produtos destilados (diesel e combustível para calefação) não foi suficiente para justificar uma alta nos preços.
"Se forem incluídos todos os outros produtos, as reservas totais de petróleo e de produtos petroleiros subiram em 200.000 barris, para um novo teto", disse Nic Brown, da Natixis.

Economia
Petróleo aproxima-se dos US$ 76, mas cai em NY e ...Obama contradiz Hillary e repudia comparação entre México e Colômbia
09/09 | 20:32 GMT

©AFP / Tim Sloan
O presidente americano, Barack Obama, recusou-se, esta quinta-feira, a equiparar a situação do México, que sofe a violência do narcotráfico, com a da Colômbia de 20 anos atrás, em declarações a um jornal hispânico, um dia depois de sua secretária de Estado, Hillary Clinton, fazer esta comparação.

©AFP / Tim Sloan
Barack Obama, presidente dos EUA: Obama contradiz Hillary e repudia comparação entre México e Colômbia
WASHINGTON (AFP) - O presidente americano, Barack Obama, recusou-se, esta quinta-feira, a equiparar a situação do México, que sofe a violência do narcotráfico, com a da Colômbia de 20 anos atrás, em declarações a um jornal hispânico, um dia depois de sua secretária de Estado, Hillary Clinton, fazer esta comparação.
"O México é uma democracia ampla e progressista, com uma economia crescente e, como consequência, não se pode comparar o que está acontecendo no México com o que aconteceu na Colômbia há 20 anos", disse Obama, ao jornal La Opinión, de Los Angeles.
Na quarta-feira, Hillary Clinton havia dito que o México "se parecia cada vez mais com a Colômbia de 20 anos atrás, quando os narcotraficantes controlavam certas partes do país" e que os cartéis da droga davam "sinais de insurgência" como a utilização de carros bomba.
A comparação foi refutada pelo governo e por outros setores no México.
"Há diferenças muito importantes entre o que a Colômbia enfrentou e o que o México enfrenta", disse o porta-voz presidencial em segurança nacional, Alejandro Poiré.
O vice-secretário de Estado para a América Latina, Arturo Valenzuela, tentou esclarecer esta quarta-feira as palavras de Hillary, ao afirmar que não se deve confundir o fenômeno no México com a insurgência na Colômbia e que os grupos criminosos mexicanos "não querem alcançar o poder por razões políticas".

©AFP/Arquivo / Pedro Pardo
Policial mexicano atrás de vidro de carro atingido por balas em confronto com narcotraficantes, em 14 de março
Na quinta-feira, um funcionário americano que pediu para ter sua identidade preservada disse que as palavras de Hillary não buscavam "demonstrar que uma insurreição política estava em curso no México" porque "evidentemente, não é o que ocorre".
Com suas declarações na quarta-feira, a encarregada da diplomacia americana buscava colocar em evidência "os desafios lançados à autoridade do governo mexicano" pelos cartéis "em algumas regiões do país", um problema "similar ao que a Colômbia viveu em sua história recente", reiterou a fonte.
O governo americano reforçou nos últimos meses sua cooperação com o governo mexicano de Felipe Calderón, que trava uma intensa batalha contra os cartéis da droga, cuja violência é causa de mais de 28.000 mortos em pouco menos de quatro anos.

América Latina
Obama contradiz Hillary e repudia comparação entre México e ...Argentina é eliminada do Mundial de basquete pela Lituânia
09/09 | 20:11 GMT

©AFP / Aris Messinis
A Argentina foi eliminada pela Lituânia nesta quinta-feira nas quartas de final do Mundial de basquete da Turquia, depois de ser derrotada por 104 a 85 em Istambul.

©AFP / Aris Messinis
Hernan Emilio Jasen (esquerda) pontua para a Argentina em partida contra a Lituânia pelo Mundial de Basquete
ISTAMBUL (AFP) - A Argentina foi eliminada pela Lituânia nesta quinta-feira nas quartas de final do Mundial de basquete da Turquia, depois de ser derrotada por 104 a 85 em Istambul.
Os lituanos disputarão uma vaga na final no sábado contra os Estados Unidos.
A Argentina deixou claro que tem uma 'Scola-dependência' em uma partida em que os bálticos conseguiram anular o cestinha do torneio com uma forte defesa.
Depois de cinco partidas marcando mais de trinta pontos, o jogador dos Houston Rockets fez 'apenas' 13, enquanto a Argentina acusava a pressão constante dos lituanos e sua imensa superioridade nos arremessos de longa distância (12 cestas de três da Lituânia contra 4 da Argentina).
O jogo coletivo dos europeus foi demolidor: sete jogadores terminaram a partida acima dos dez pontos, com Simas Jasaitis como maior pontuador dos lituanos (19). Carlos Delfino foi o principal nome argentino (25).
Lituânia X Argentina 104 - 85 (28-18, 22-12, 35-23, 19-32)



